O caso
Além do vídeo de 60 segundos
A partir de 1917, jovens trabalhadoras pintavam mostradores de relógios com tinta luminosa à base de rádio. Para formar pontas finas, eram instruídas a levar o pincel aos lábios.
Quando adoeceram, enfrentaram anos de negação e pressão. A luta das Radium Girls tornou-se um marco para a responsabilidade empresarial e os direitos de trabalhadores expostos a riscos.
Pontos verificados
O que os documentos mostram
- As pintoras ingeriam rádio repetidamente durante o trabalho.
- O material se acumulava nos ossos e provocava doenças devastadoras.
- Cinco trabalhadoras chegaram a um acordo judicial em 1928.
- O caso ajudou a fortalecer padrões de proteção ocupacional.
Cronologia
Como a história se desenrolou
Começa a produção de mostradores luminosos em Nova Jersey.
Aparecem casos graves de necrose e câncer entre trabalhadoras.
Cinco mulheres processam a United States Radium Corporation.
O acordo reconhece compensações e cuidados médicos.
Roteiro narrado do episódio
Elas lambiam pincéis radioativos porque a empresa jurava que era seguro. Jovens trabalhadoras pintavam relógios luminosos e afinavam os pincéis com os próprios lábios. O brilho escondia uma contaminação fatal. Quando seus corpos começaram a falhar, as empresas negaram o risco. Cinco mulheres decidiram lutar — e ajudaram a mudar a história da segurança no trabalho.
Fontes primárias e institucionais


