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O caso
Além do vídeo de 60 segundos
Entre 5 e 9 de dezembro de 1952, uma combinação de frio intenso, queima de carvão e inversão térmica reteve fumaça e poluentes sobre Londres. A visibilidade caiu e a cidade ficou coberta por uma névoa espessa.
A estimativa inicial apontou cerca de quatro mil mortes adicionais. Estudos posteriores elevaram o impacto para até doze mil mortes nos meses seguintes. A tragédia ajudou a impulsionar o Clean Air Act de 1956.
Pontos verificados
O que os documentos mostram
- O episódio ocorreu entre 5 e 9 de dezembro de 1952.
- A inversão térmica impediu a dispersão da fumaça do carvão.
- A estimativa inicial foi de aproximadamente quatro mil mortes adicionais.
- Estimativas posteriores chegaram a até doze mil mortes nos meses seguintes.
- O desastre contribuiu para a aprovação do Clean Air Act de 1956.
Cronologia
Como a história se desenrolou
O frio, a fumaça e o ar estagnado formam o nevoeiro sobre Londres.
A mudança do tempo dispersa a névoa depois de cinco dias.
Relatórios oficiais registram milhares de mortes adicionais.
O Reino Unido aprova o Clean Air Act.
Roteiro narrado do episódio
Durante cinco dias, Londres praticamente desapareceu. Em dezembro de 1952, o frio fez milhares de lareiras queimarem carvão ao mesmo tempo. Uma inversão térmica prendeu a fumaça sobre a cidade. A visibilidade caiu, transportes pararam e hospitais lotaram. A estimativa inicial apontou cerca de quatro mil mortes adicionais. Estudos posteriores calcularam até doze mil mortes nos meses seguintes. O desastre ajudou a mudar as leis britânicas sobre poluição do ar.
Fontes primárias e institucionais


